| Mercado de escravos na antiguidade |
A atividade de vendas é tão antiga quanto o homem.
Ao se organizaar em sociedade, o homem
precisava trocar aquilo que produzia por outros produtos de que
precisava. Esse sistema, denominado escambo, era uma atividade de vendas, durante a qual os
envolvidos desenvolviam suas habilidades para defender as qualidades de seus
produtos.
Certamente que o progresso de
muitos povos foi o resultado de grandes negócios efetuados no decurso de sua
história. Os fenícios, por exemplo, eram grandes mercadores e levaram seus
produtos aos portos do Mediterrâneo. Chegaram à costa atlântica da Espanha e
fizeram a viagem de circum-navegação da África, por volta do ano 600 aC . Eles vendiam pratos
e vasos de ouro, prata e bronze, garrafas de marfim, cerâmica fina, perfumes,
unguentos, lãs, tecidos de linho e também armas.
A expansão do império romano
certamente contribuíu para o desenvolvimento de comércio em larga escala.
A primeira venda de que se tem
notícia aconteceu ainda no paraíso, quando a serpente vendeu a Adão e
Eva a famosa maçã, fruto da árvore proibida, usando falsos argumentos. Eles
comeram a maça e só então perceberam que foram enganados por aquele vendedor
ardiloso e se deram mal.
Outra venda desastrada, relatada na Bíblia,
foi feita por Esaú, que vendeu ao irmão
Jacó o seu direito à primogenitura, em troca de um prato de
lentilhas. O comprador, Jacó, foi muito
esperto, enquanto Esaú, obsecado pela fome, abriu mão de seus direitos à
herança do pai, Isaac. Mais tarde, o próprio Jacó foi vítima de outro vendedor
esperto, Labão, que lhe vendeu a filha Raquel em troca de servidão de sete anos
e depois mai sete. E os filhos de Jacó não
tiveram dúvida e venderam como escravo o irmão José, conhecido como José do
Egito, que se destacou na corte do Faraó.
Também temos na
Bíblia a história daquele outro vendedor que vendeu seu Mestre por 30 moedas de
prata e mudou o curso da história, não chegando mesmo a usufruir do pagamento.
Nas sociedades
primitivas, quando o número de produtos a serem trocados ainda era limitado, as
trocas se realizavam por escambo, isto é, os produtos eram diretamente
comercializados pelo povo em geral. Trocavam-se peles por cerâmica, sal por
conchas, tecidos por animais. Com o aumento de produtores e de produtos, para
facilitar as transações, começaram a ser criadas as
primeiras moedas, como por exemplo, o sal, do qual se derivou a palavra
salário. Também o gado era usado como moeda. Gado em latim é pecus,
de onde veio a palavras pecúnia que significa dinheiro. Nas sociedades mais avançadas começaram a circular as moedas feitas de metais, como cobre, prata
e ouro. E o dinheiro se tornou tão importante que reis e monarcas mandaram
gravar a sua efígie numa de suas faces
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VENDER É PRECISO
O livro Vender é Preciso, de RH. Souza, autor deste blog, traz na capa a imagem de Hermes (Mercúrio para os romanos). Ele era o mensageiro dos deuses e protetor dos vendedores e compradores. Trazia na mão o bastão da riqueza e da prosperidade. O livro Vender é Preciso está agora em segunda edição, melhorada e ampliada. Ele mostra que vender não é uma arte, mas uma técnica, que se baseia no planejamento, na organização e no controle das tarefas diárias do vendedor. Isso, entretanto, não significa que o vendedor não deva desenvolver a sua criatividade. A respeito, daremos numerosos exemplos no decorrer da leitura do livro. O vendedor não nasce feito, mas se faz o vendedor, através do treinamento, do estudo e da pesquisa. E existe uma pergunta crucial que todo profissional de vendas precisa responder: Por quê o cliente deve comprar o meu produto e não o da concorrência.
Você pode comprar o livro Vender é Preciso diretamente na editora, cujo endereço é www.biblioteca24x7.com.br (vídeo autores no youtube) ou na Amazon Livraria e Editora (amazon.com). Por um preço simbólico, você poderá ler este livro, na íntegra, em seu computador.
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