- AS OITO FUNÇÕES DO
- MODERNO VENDEDOR
- 1. Pesquisar o mercado
- 2. Programação do trabalho de vendas
- 3. Cobertura completa do mercado
- 4. Conhecimento do produto
- 5. Promoção de vendas
- 6. Distribuição do produto
- 7. Assistência pós venda
- 8. Representação da empresa
Este é um blog de treinamento de vendas, através do qual queremos transmitir a nossa experiência no setor. Tomamos como símbolo a figura de Hermes, o deus da mitologia grega (Mercúrio para os romanos). Ele era o mensageiro dos deuses e o protetor de vendedores e compradores. Carregava o bastão mágico da prosperidade e da riqueza.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
O VENDEDOR E A FUNÇÃO DE VENDAS
segunda-feira, 26 de maio de 2014
CONCEITOS GERAIS DE VENDAS
| Wiston Churchill |
Wiston Churchill escreveu: “Alguns podem enganar muitos durante algum tempo; outros podem enganar alguns durante muito tempo, mas ninguém consegue enganar todos durante todo o tempo”. Esse é um pensamento que deve nortear a carreira de cada empresa e de cada vendedor.
Nas grandes
cidades brasileiras é muito comum os motoristas serem abordados por meninos de
rua que oferecem doces e frutas e propõem a venda com aquela frase clássica: “Moço, compra pra me ajudar”. E as pessoas compram com o intuito de ajudar aquela
criança carente.
Na verdade, tem muito vendedor
que, embora não pronuncie a referida frase, aplica na prática a filosofia que
ela expressa: ‘Moço, compra pra me ajudar”. Esse com-portamento é a
verdadeira antítese da atividade de vendas na concepção moderna.
Pelo moderno conceito de
venda, o vendedor deixou de ser um tira-pedidos, para se transformar num
verdadeiro assessor do cliente, pois as vendas são feitas em função do mercado
e do consumidor.
Mas, o que significa vender?
No sentido estrito, vender é a capacidade que tem uma pessoa de convencer outra
a comprar o seu produto. Em sentido lato, vender significa troca de
satisfações, dentro de nosso relacionamento humano e social. O candidato a um
emprego que se apresenta numa empresa com seu curriculum vitae, procura
vender seus serviços em troca de salário. A mulher
que se embeleza, tenta vender seu charme para o homem em troca de
amor e carinho. Vender, tanto em sentido estrito como em sentido lato, é a
troca de satisfações entre pai e filho, entre marido e mulher, entre vendedor e
comprador. Na venda perfeita, ambas as partes devem ficar satisfeitas. Por isso é que se diz que um negócio só é bom quando é bom para
os dois: cliente e vendedor.
Nem todas as
vendas são iguais. Elas se diferenciam pelo tipo de produto, pela classe de
clientes e pelo gênero de negócio a que se dedicam as empresas fabricantes. Entretanto,
as regras básicas aplicadas às vendas de detergentes são as mesmas para a venda
de automóveis, serviços bancários, serviços turísticos, apólices de seguros e
outros. Todos nós, a cada dia, tentamos vender alguma coisa para alguém. Na
verdade, em sentido lato, somos todos vendedores.
Numa classificação muito
geral, as vendas podem ser divididas em dois tipos: tangíveis
e intangíveis. Tangíveis são as vendas de produtos palpáveis, como
produtos de limpeza,produtos alimentícios, cosméticos, móveis e máquinas. Intangíveis
são as vendas de serviços, que são bens imateriais, objeto de compra e venda.
Vendem serviços as companhias de seguro, bancos, empresas de transporte,
empresas de assistência médica, empresas de turismo e outras.
A venda, portanto, deve
satisfazer as reais necessidades dos clientes, pela utilização correta de
produtos ou serviços que estamos em condição de oferecer. Devemos vender
corretamente para vender sempre, porque o mercado evolui, aumenta a
concorrência e os clientes a cada dia sabem comprar melhor,
porque são esclarecidos constantemente pelos meios de comunicação, que estão
sempre vigilantes, além daquela propaganda de boca em boca que já fez a ruína de muitos produtos, principalmente daqueles endereçados ao mercado feminino (principalmente as donas-de-casa). O vendedor pode enganar um cliente uma vez, mas não o
engana para sempre.
Alberto era um vendedor que
tinha todas as qualidades do bom ator. Era simpático, bem falante, foi muitas vezes
campeão de vendas da empresa.
Mas os métodos de venda de Alberto
não eram lá muito ortodoxos, pois ele faltava facilmente com a verdade, se isso
lhe proporcionasse um bom pedido. Alberto acabou sendo demitido da empresa,
porque acabou gerando mais problemas do que lucros. Atrás de Alberto vinha
sempre um bombeiro para apagar os incêndios que ele ateava no
mercado.
Um fabricante de café solúvel
criou uma embalagem, com um nome e um logotipo bem semelhantes aos da marca
líder do mercado, tentando com isso iludir o consumidor, como se isso pudesse
ser fácil. A marca líder continua no mercado e o seu imitador há muito tempo
desapareceu.*
Todos os vendedores precisam se conscientizar que não são cavaleiros
solitários, mas fazem parte de uma equipe, pertencem a uma empresa e seu
trabalho precisa estar em harmonia com as normas dessa empresa.
*O nome do tal produto era Saintcafé, querendo lembrar o Nescafé da
Nestlé. E as letras do referido nome imitavam descaradamente a tipologia do
concorrente.
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VENDER É PRECISO
O livro Vender é Preciso, de RH. Souza, autor deste blog, traz na capa a imagem de Hermes (Mercúrio para os romanos). Ele era o mensageiro dos deuses e protetor dos vendedores e compradores. Trazia na mão o bastão da riqueza e da prosperidade. O livro Vender é Preciso está agora em segunda edição, melhorada e ampliada. Ele mostra que vender não é uma arte, mas uma técnica, que se baseia no planejamento, na organização e no controle das tarefas diárias do vendedor. Isso, entretanto, não significa que o vendedor não deva desenvolver a sua criatividade. A respeito, daremos numerosos exemplos no decorrer da leitura do livro. O vendedor não nasce feito, mas se faz o vendedor, através do treinamento, do estudo e da pesquisa. E existe uma pergunta crucial que todo profissional de vendas precisa responder: Por quê o cliente deve comprar o meu produto e não o da concorrência.
Você pode comprar o livro Vender é Preciso diretamente na editora, cujo endereço é www.biblioteca24x7.com.br (vídeo autores no youtube) ou na Amazon Livraria e Editora (amazon.com). Por um preço simbólico, você poderá ler este livro, na íntegra, em seu computador.
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O MODERNO CONCEITO DE VENDAS
| Akio Morita, um vendedor muito esperto |
Não existem fórmulas mágicas
para conquistar o cliente. O único segredo do vendedor moderno é o conhecimento
do produto sob o ponto de vista do cliente. O vendedor precisa conhecer
o mercado em que atua, precisa preparar cuidadosamente as visitas e analisar
permanentemente seu trabalho para melhorar suas próprias técnicas de vendas.
Segundo o Manual
do Vendedor Moderno de R. Butazzi e F. Ubaldini, vender não é uma arte, mas uma técnica. Podemos
afirmar que o vendedor não nasce feito, mas se faz o vendedor através do
treinamento e da capacitação específica para cada tipo de produto. Na arte existem componentes intuitivos, já na
técnica, os componentes são o raciocínio e a razão.
Isso, entretanto, não significa que o vendedor não use nas vendas o elemento da
criatividade, imaginando soluções criativas para problemas que surjam no
decorrer da atividade de vendas para convencer o cliente a comprar o seu
produto.
Akio Morita,
fundador da Sony, estava em
Nova York para fazer uma demonstração de uma nova câmera de
filmar fabricada por sua companhia, quando surgiu um princípio de incêndio no
prédio onde ele estava com um jornalista. Akio foi à janela e filmou a
movimentação dos carros de bombeiros lá em baixo do prédio e a exibiu ao
jornalista. A demonstração foi um sucesso.
O gerente de uma loja, no
interior de São Paulo, pertencente a um grande grupo nacional, estava numa
crise de vendas, com estoque muito grande de geladeiras. Reuniu a equipe de
vendas e mandou todo mundo visitar as residências, municiados de material
promocional. Em poucos dias tinham vendido todo o estoque. Isso é criatividade.
Por quê vender é uma técnica?
Vender é uma técnica, porque a atividade de vendas exige do vendedor
planejamento, estudo do produto e do mercado, organização sistemática de seu
trabalho. O vendedor é um consultor do cliente e os produtos que vende devem
satisfazer às necessidades desse cliente, mediante sua correta utilização.
Vender não é um torneio. No passado, as vendas foram
identificadas como um torneio, no qual vendedor e cliente se engalfinhavam até
um dos dois cair no chão, abatido pelo outro. Hoje, a venda não é uma disputa,
mas uma troca de satisfações entre vendedor e cliente. Ao discutir com o
cliente o vendedor pode até estar com a razão, mas se o contrariar
ostensivamente, vai ferir o seu ego. Mais adiante, iremos mostrar como o profissional
de vendas deve responder às objeções do cliente,
usando os recursos que a boa técnica lhe
proporciona.
Os clientes não são iguais. Eles parecem iguais mas não o
são. Cada venda é uma negociação particular que deve obedecer a um esquema
geral, mas que tem a sua peculiaridade, porque cada cliente tem os seus
interesses, os seus motivos pessoais e temperamento. Muda também o momento em
que se realiza a negociação. É por essa razão que dizemos que não existem
fórmulas rígidas para se vender. O argumento que usamos para um cliente, pode
não funcionar para outro. Cada cliente tem uma personalidade. Uns são nervosos,
outros apáticos. Tem cliente que fala muito, outros que nada falam. Alguns
podem se irritar com o vendedor. O importante é a personalidade do vendedor que
está preparado para enfrentar qualquer situação.
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CURSO DE VENDAS: VENDER É PRECISO
O autor deste blog, R.H. Souza, montou um completo curso de vendas, ilustrado com mais de 450 imagens, numa apresentação dinâmica, com slides em movimento, projeto sem similar no país. O curso pode ser apresentado nas empresas, em convenções de vendas e em outros eventos. Pela leitura deste blog, você poderá avaliar a capacidade do autor e seus conhecimentos sobre o assunto. Para consultas, acesse o e-mail: vsom01@yahoo.com.br
domingo, 25 de maio de 2014
O MARKETING EQUIVOCADO DE HENRY FORD
| Henry Ford ao lado de um de seus modelos de carro |
Três aspectos do marketing são importantes: as pesquisas, os setores, os objetivos.
As pesquisas recolhem, classificam e analisam todos os dados
necessários para orientar as atividades comerciais. Elas são quantitativas e
qualitativas. As pequisas quantitativas usam dados estatísticos (numéricos) muitas vezes disponíveis na própria
empresa. Exemplo: Vou lançar um produto farmacêutico indicado para a pediatria.
Para avaliar o potencial do mercado, vou levantar o número de pediatras
existentes nas praças que a empresa pretende atingir, o número de concorrentes
e o potencial de consumidores na faixa de preço do produto.
As pesquisas
qualitativas realizam investigações e
inquéritos psicológicos de nível variável sobre os consumidores. Exemplo: A empresa está lançando
um perfume no mercado e faz previamente
uma pesquisa entre os consumidores que vão indicar sua opinião, para
classificação do produto como ótimo, bom, regular. Na pesquisa qualitativa, a
empresa procura a opinião do consumidor sobre o produto.
Os setores de interesse do marketing são
os mercados, os produtos, a política de vendas, a organização de vendas, a
publicidade e a promoção de vendas.
Os mercados são aqueles segmentos territoriais em que se
encontram grupos ou classes de clientes. Exemplo: Área de uma cidade onde se
localiza grande parte da classe A de determinada sociedade. Se a empresa vai
montar uma loja de carros de luxo, importados, vai localizá-la na área de maior
poder aquisitivo.
Os produtos a serem lançados no mercado devem considerar os
gostos, desejos e necessidades dos consumidores e não aqueles do fabricante e
dos membros de sua família.
Quando foram
lançados nos Estados Unidos em 1922 os primeiros carros da Ford, produzidos em
série, o Modelo T, conhecido popularmente no Brasil como Ford Bigode, os
consumidores não tinham outra opção. Ou compravam o carro ou ficavam com suas
antigas charretes e carroças. Mas logo entraram outros fabricantes no mercado,
produzindo outros modelos, atendendo outras faixas de consumidores, pois o
modelo da Ford era um modelo popular. Anos mais tarde, o próprio Modelo T,
fabricado para percorrer estradas ruins de antes da guerra, começou a se tornar
obsoleto, porque era de aparência rústica e os consumidores queriam produtos
mais sofisticados e confortáveis. As estradas eram melhores e consumidores de
maior poder aquisitivo estavam no mercado. Havia até uma piada sobre o modelo T.
“Um Ford é como uma banheira: é útil, mas
ninguém quer ser visto dentro dela”.
Henry Ford, empolgado com o
sucesso do modelo T, não queria lançar novos modelos. Chegou ao ponto de dizer
que os compradores poderiam escolher qualquer cor para seus carros, desde que
fosse o preto. Logo, ele teve que lançar um novo modelo (o modelo A e em cores
diversas, porque o consumidor já tinha
outras opções, pois outros fabricantes, como a General
Motors e a Crysler ameaçavam
o seu império. A
teimosia de Ford, não acreditando no poder do consumidor, quase levou
seu império à ruína. Ele entendia muito de mecânica, mas pouco de marketing.
A política de vendas. O marketing deve indicar a política de vendas a
ser adotada com relação ao produto, para garantir à empresa os maiores lucros,
no maior período de tempo possível
A organização de vendas compreende a formação da equipe de vendas e o
sistema a ser adotado para alcançar os objetivos. A
empresa define se vai fazer vendas diretas ao consumidor, se vai operar através
de representantes, atacadistas e varejistas, se é venda por telemarketing.
Publicidade e
promoção de vendas. Devem ser definidas as
atividades de publicidade e promoção de vendas que são as mais adequadas para
estimular os consumidores a comprarem o produto.
Os objetivos do marketing são: especificar os mercados mais favoráveis à venda
do produto; determinar o nível de produção mais adequado em função dos custos e
do potencial do mercado; organizar a venda do produto produzido; programar e
organizar a publicidade e as atividades de promoção de vendas.
Outrora, a preocupação com o
lançamento de um produto era de ordem técnica. Hoje, é exatamente o contrário. A empresa procura inicialmente auscultar as
necessidades e os desejos do consumidor, através de pesquisas, para depois
lançar o produto de acordo com os desejos e as necessidades desse consumidor.
Quando Henry Ford dizia que os
compradores de seu Ford T podiam escolher
qualquer cor para os seus carros, desde que fosse a cor preta,
demonstrava desconhecer as regras do mercado. Ele estava preocupado com os seus
problemas de produção e não com os desejos dos consumidores. As coisas tinham
mudado e os concorrentes surgiam no mercado e ele não queria se dar conta do problema.
O conceito de vendas mudou em sua essência. O foco
não é mais a empresa nem o vendedor, mas o
cliente.
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CURSO DE VENDAS: VENDER É PRECISO
O autor deste blog, R.H. Souza, montou um completo curso de vendas, ilustrado com mais de 450 imagens, numa apresentação dinâmica, com slides em movimento, projeto sem similar no país. O curso pode ser apresentado nas empresas, em convenções de vendas e em outros eventos. Pela leitura deste blog, você poderá avaliar a capacidade do autor e seus conhecimentos sobre o assunto. Para consultas, acesse o e-mail: vsom01@yahoo.com.br
sábado, 24 de maio de 2014
MARKETING É MERCADO EM AÇÃO
Marketing significa verbalmente mercado em ação e é definido como “a disciplina que estuda os mercados, os
produtos, as políticas e os planos comerciais, a organização de vendas e
distribuição, as atividades publicitárias e de promoção e tudo o que diz
respeito, direta ou indiretamente, ao fluxo dos produtos e dos serviços do
produtor para o consumidor ou utilizador final, com o objetivo de garantir que
todas as decisões da empresa tenham em conta as exigências dos clientes e as
possibilidades de mercado e permitam à empresa realizar, com o mínimo de
despesa, o máximo volume de vendas e de lucros”.(Manual do Vendedor Moderno
de R. Butazzi e F. Ubaldini)
Mesmo antes do
nascimento do produto, o marketing já
desenvolve atividades, auscultando o mercado, pesquisando os concorrentes, procurando
saber as necessidades do consumidor, para então estabelecer as características
do produto. A seguir, irá estabelecer as áreas onde se encontram os clientes
potenciais para o produto e que meios serão usados para alcançá-los, criando
uma política de vendas, com a respectiva organização de vendas, com alocação de
recursos para a publicidade e promoção de vendas.
O marketing está presente em todas as etapas
da vida do produto, orientando as empresas em todos os momentos. Vejamos um exemplo: Uma empresa pretende lançar no mercado uma nova marca de
refrigerante, com sabor de frutas que já é sucesso em outros países. Mas o
sucesso lá fora não significa que será bem sucedido aqui. A empresa tem que
pesquisar para saber se o sabor do refrigerante é do agrado do consumidor, se a
cor é atraente, se a embalagem se destaca, se é pratica e funcional, saber que
faixas etárias poderão consumir o novo produto. Uma vez respondidas todas essas
perguntas, através de pesquisas com preenchimento de questionários, o empresário
tem elementos para estabelecer o mercado em que o produto será vendido, o
sistema de distribuição, o preço, a campanha de publicidade que será criada
para o mesmo, a promoção de vendas e outros detalhes.
Mesmo preenchidos todos os
requisitos acima mencionados, o produto ainda poderá fracassar. Numerosos
exemplos são conhecidos. O figurino foi seguido rigo-rosamente, todas as etapas
foram preenchidas, o produto foi lançado, as vendas explodiram no primeiro
momento, mas na reposição, o faturamento despencou.
Os exemplos de produtos que
fracassaram são inúmeros, tanto aqui como no exterior. Em
1985, a
Coca-Cola realizou uma pesquisa para
lançar um novo sabor de seu refrigerante. As pessoas provavam os dois sabores
sem saber qual era o novo e qual o velho
e 55% dos entrevistados se mostraram a favor do novo. Depois, eram informadas sobre qual era o novo e qual o
antigo. 75% das pessoas preferiram o novo e só 23% preferiram o antigo. Foi
lançado o novo sabor e foi um fracasso. Por quê? Os pesquisadores ficaram sem
resposta para a pergunta.
Mas quais são as
causas para o fracasso de um produto? Às vezes, é difícil
responder, porque elas podem ser numerosas. Vamos dar alguns
exemplos. Pode ser a
concorrência que, ao tomar conhecimento do novo produto, trabalhou com grandes
descontos, levando os varejistas a fazerem grandes estoques de suas marcas.
Pode ser também a publicidade que não conseguiu transmitir as qualidades do
novo produto ou não conseguiu atingir seu público alvo. Pode ser, finalmente,
um fato novo surgido entre a pesquisa e o lançamento do produto, que mudou a
maneira de pensar dos consumidores.
Nem sempre é fácil detectar as
causas da morte de um produto. Os meios de comunicação exercem hoje uma
influência extraordinária sobre as pessoas. A notícia sobre intoxicação de
pessoas que consumiram determinada marca de produto alimentício provoca de
imediato a queda nas vendas do produto em questão, como também nas vendas dos
produtos similares dos concorrentes.
Na chamada
economia de mercado, hoje globalizada, o marketing
adquire uma dimensão nunca antes imaginada. São milhares de empresas, fabricando
milhões de produtos, numa concorrência sem precedentes
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VENDER É PRECISO
O livro Vender é Preciso, de RH. Souza, autor deste blog, traz na capa a imagem de Hermes (Mercúrio para os romanos). Ele era o mensageiro dos deuses e protetor dos vendedores e compradores. Trazia na mão o bastão da riqueza e da prosperidade. O livro Vender é Preciso está agora em segunda edição, melhorada e ampliada. Ele mostra que vender não é uma arte, mas uma técnica, que se baseia no planejamento, na organização e no controle das tarefas diárias do vendedor. Isso, entretanto, não significa que o vendedor não deva desenvolver a sua criatividade. A respeito, daremos numerosos exemplos no decorrer da leitura do livro. O vendedor não nasce feito, mas se faz o vendedor, através do treinamento, do estudo e da pesquisa. E existe uma pergunta crucial que todo profissional de vendas precisa responder: Por quê o cliente deve comprar o meu produto e não o da concorrência.
Você pode comprar o livro Vender é Preciso diretamente na editora, cujo endereço é www.biblioteca24x7.com.br (vídeo autores no youtube) ou na Amazon Livraria e Editora (amazon.com). Por um preço simbólico, você poderá ler este livro, na íntegra, em seu computador.
Você pode comprar o livro Vender é Preciso diretamente na editora, cujo endereço é www.biblioteca24x7.com.br (vídeo autores no youtube) ou na Amazon Livraria e Editora (amazon.com). Por um preço simbólico, você poderá ler este livro, na íntegra, em seu computador.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
AS DIFERENÇAS ENTRE A PRODUÇÃO ARTESANAL E A PRODUÇÃO EM SÉRIE
| Artesão medieval |
Na Idade Média surgiram os artesãos. que produziam mercadorias sob encomenda e, em troca, recebiam um pagamento em dinheiro, geralmente, moedas de ouro. Na produção artesanal, cada produto atendia às exigências do comprador que, de maneira geral, acompanhava as etapas de fabricação do mesmo, adequando-os às suas exigências pessoais. Eram roupas, calçados, móveis, armas, carruagens, jóias e até palácios e castelos.
No século XIX,
assistimos ao início da era industrial, mudando os padrões comerciais em todo o
mundo, criando uma classe operária responsável pela produção de produtos em
larga escala, além da concentração de grandes capitais no chamado mundo
capitalista. Com o advento da máquina, foi iniciada a produção em série, com a
padronização dos produtos. O crescimento da produção aumentava também a
competição, com centenas de empresas fabricando uma gama variada de produtos no
mundo inteiro, produtos esses com características impostas pelo próprio
fabricante e não mais pelo comprador, como na era artesanal, fato que alterou
profundamente as atividades do mercado, pois logo se percebeu que não adiantava
fabricar produtos se as pessoas não gostassem deles e não quisessem
comprá-los.
Foi assim que
surgiu nos países industrializados uma nova disciplina denominada marketing, termo
adotado nos diversos idiomas. O marketing nasceu com o objetivo de estabelecer
uma ponte entre fabricante e consumidor, facilitando a atividade de vendas. Ele
passou a funcionar como uma verdadeira bússola que orienta a empresa por entre
os recifes que pontilham ao longo do mercado. Sem essa bússola, muitos navegam
sem rumo, em mar encapelado, e outros podem mesmo sofrer a desventura do
naufrágio.
CURSO DE VENDAS: VENDER É PRECISO
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
VENDA, UMA ATIVIDADE MUITO ANTIGA
| Mercado de escravos na antiguidade |
A atividade de vendas é tão antiga quanto o homem.
Ao se organizaar em sociedade, o homem
precisava trocar aquilo que produzia por outros produtos de que
precisava. Esse sistema, denominado escambo, era uma atividade de vendas, durante a qual os
envolvidos desenvolviam suas habilidades para defender as qualidades de seus
produtos.
Certamente que o progresso de
muitos povos foi o resultado de grandes negócios efetuados no decurso de sua
história. Os fenícios, por exemplo, eram grandes mercadores e levaram seus
produtos aos portos do Mediterrâneo. Chegaram à costa atlântica da Espanha e
fizeram a viagem de circum-navegação da África, por volta do ano 600 aC . Eles vendiam pratos
e vasos de ouro, prata e bronze, garrafas de marfim, cerâmica fina, perfumes,
unguentos, lãs, tecidos de linho e também armas.
A expansão do império romano
certamente contribuíu para o desenvolvimento de comércio em larga escala.
A primeira venda de que se tem
notícia aconteceu ainda no paraíso, quando a serpente vendeu a Adão e
Eva a famosa maçã, fruto da árvore proibida, usando falsos argumentos. Eles
comeram a maça e só então perceberam que foram enganados por aquele vendedor
ardiloso e se deram mal.
Outra venda desastrada, relatada na Bíblia,
foi feita por Esaú, que vendeu ao irmão
Jacó o seu direito à primogenitura, em troca de um prato de
lentilhas. O comprador, Jacó, foi muito
esperto, enquanto Esaú, obsecado pela fome, abriu mão de seus direitos à
herança do pai, Isaac. Mais tarde, o próprio Jacó foi vítima de outro vendedor
esperto, Labão, que lhe vendeu a filha Raquel em troca de servidão de sete anos
e depois mai sete. E os filhos de Jacó não
tiveram dúvida e venderam como escravo o irmão José, conhecido como José do
Egito, que se destacou na corte do Faraó.
Também temos na
Bíblia a história daquele outro vendedor que vendeu seu Mestre por 30 moedas de
prata e mudou o curso da história, não chegando mesmo a usufruir do pagamento.
Nas sociedades
primitivas, quando o número de produtos a serem trocados ainda era limitado, as
trocas se realizavam por escambo, isto é, os produtos eram diretamente
comercializados pelo povo em geral. Trocavam-se peles por cerâmica, sal por
conchas, tecidos por animais. Com o aumento de produtores e de produtos, para
facilitar as transações, começaram a ser criadas as
primeiras moedas, como por exemplo, o sal, do qual se derivou a palavra
salário. Também o gado era usado como moeda. Gado em latim é pecus,
de onde veio a palavras pecúnia que significa dinheiro. Nas sociedades mais avançadas começaram a circular as moedas feitas de metais, como cobre, prata
e ouro. E o dinheiro se tornou tão importante que reis e monarcas mandaram
gravar a sua efígie numa de suas faces
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VENDER É PRECISO
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